Sobre Chakras

A maior parte das indivíduos que possui qualquer relações com yoga já ouviu anunciar em chakras, porém, além do nome e da rudimentos de que há certos “centros de energia” no corpo, em maior parte nada mais sabem sobre o assunto.

Envolto em problema, os chakras são tão mal entendidos quanto populares, e os cursos e “vivências” que prometem o seu fileira – o que pretende que isto signifique – são constantemente garantia de sucesso.

Não é insólito, similarmente, que costumes sexuais das mais extravagantes se imiscuam nesse meio, o que, é evidente, efetua constantemente estudo de mercado e dividendos. Que todo tipo de charlatanismo rasteiro abunde nesse assunto, fomentado pelo próprio local ignorado que lhe é característico, assim como germes rastejantes se proliferam em valas úmidas e escuras, não é uma coisa que devesse nos provocar a mínima assombro.

Bem, os chakras com certeza não são o assunto de Vedanta, de maneira que os meandros dessa execução similarmente permanecem obscuros para nós. Isto seria razão satisfatório para que ficássemos impedidos de inscrever sobre isto com qualquer reclamação de consentimento, não fosse, porém, certos preceitos básicos e universais que norteiam as costumes meditativas na mito védica e que permite que tracemos com a percepção tranquila algumas observações gerais sobre o assunto. Vamos a elas.

De início, podemos com segurança expressar que as costumes que implicam visualização de chakras são upasanas: meditações que envolvem a superimposição deliberada de alguma coisa grande, de inerte e grande valor, em um resíduo que não tem de fato este valor.

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Por exemplo: no momento em que olhamos para a bandeira do nosso país e sentimos o orgulho de sermos “filhos da região ”, e a heroísmo para, se preciso, protegê-la dos seus inimigos, estamos fazendo uma upasana: projetando em um pífio talisca de tela a rudimentos grandiosa de pátria-mãe, derivando dessa ideia todos os nobres sentimentos que ela evoca.

A absorção dos chakras é um processamento parecido. Está evidente que não há em ponto qualquer do corpo rodas (chakra, em sânscrito, significa totalmente isto: roda ) com pétalas inscritas com letras em sânscrito nelas, e com uma deidade no centro. Os pontos do corpo são somente pontos do corpo ( apesar de que correspondam a estes pontos certos plexos nervosos, para favorecer a concentração da mente, eu suponho). A visualização de deidades excelentes como Shiva, Brahma e Ganesha nesse “reles” corpo físico é o que caracteriza a execução de visualização de chakras como uma upasana.

Quer dizer, isto merece uma recomendação fundamental. É muito expressivo que noventa e nove por cento das imagens de chakras que vemos proliferar na internet não apresentem a deidade associada aos chakras, e que essas deidades sejam encontradas somente nas representações mais tradicionais.

Visto que, com toda a firmeza, tratando-se de uma upasana, a visualização da deidade é o ponto essencial da execução e, que elas não apareçam nas versões modernas e populares que vemos por aí em tatuagens no facebook, prova que a banalização dessa execução chegou a um nível que a descaracterizou totalmente. A execução de absorção dos chakras, lamentavelmente, como várias outras costumes orientais tradicionais, foi submetida ao jugo da pseudociência mais tosca, e, ao que nos ensina uma ágil estudo no google sobre o assunto, a visualização dos chakras coloridos cada um de uma coloração possui mais ou pouco o vatagem de uma cromoterapia ( não desmerecendo os princípios da cromoterapia).

Porém não é disso que se trata a execução clássico. A execução que envolve a visualização dos chakras é uma elucubração, que possui como instrumento Ishvara, o Dono, a pleito da obra, que se representa na mito védica pelas diversas deidades existentes no centro da visualização dos chakras.

O vatagem da absorção em Deus, com suas diversas excelsas características e os mantras que os acompanham, vão bastante além dos vantagens “cientificamente comprovados” que de fato são capazes de interessar como um efeito prejudicial da execução do chakras. Negócios como fé, aprazimento interessante, desambição, concordância da morte e piedade não podem ser atitudes por um eletroencefalograma. Pode ser que dessa forma a execução clássico de absorção sobre Deus na maneira dos chakras tenha sido substituída na nossa clube pela visualização de cores em pontos do corpo, cujos vantagens são tanto mais ordinários quanto mais mensuráveis.

Qual o vatagem exclusivo que a execução de elucubração em Deus tenha ao ser feita nos moldes dos chakras, em distintos regiões do corpo e com todos os detalhes que ela implica, é uma coisa que não sei expressar exatamente. Com firmeza, a visualização detalhada de tudo o que envolve a visualização completa de um chakra é uma coisa que efetua à mente um quantidade de concentração inédito, coisa que as costumes meditativas, em maior ou menor nível, constantemente autenticam.

Além disso, pode ser que a execução de gratificar as diversas deidades em si mesmo, no próprio corpo de meditador, seja uma maneira conhecida tradicionalmente como ahangraha-upasana: a sonho de si mesmo como a deidade contemplada, que pode resultar grandes vantagens na personalidade do meditador ( a partir de que guiada de modo correto, não necessário expressar ).

De resto, já ouvi o Swami Dayananda expressar que este tipo de execução de elucubração não era uma coisa que ele recomendasse, visto que há lhe muita sonho envolvida. Dizia o sabido Swamiji que nós já imaginamos negócios demais e que, então, ele preferia meditações mais objetivas sobre Deus, como analisar a Sua ordem e destreza permeando o desempenho de todas as negócios. Ele dizia que as indivíduos podiam se despossar bastante fácil nessa história de elucubração em chakras, dando asas demais as suas fantasias, o que não seria de forma um apetecível para um aulista de Vedanta, que pretende labutar com realidades. É evidente que eu concordo com ele.

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